sábado, 29 de junho de 2013

HERÓIS DE SANGUE

          Gente! Neste mês o corpo de bombeiros do Brasil faz 157 anos (02jul1856).
157 anos de treinamento, aperfeiçoamento, sempre buscando a excelência para bem atender o cidadão brasileiro nos momentos mais difíceis da vida.
 

           Hoje a corporação de São Paulo tem equipamentos, viaturas para dar condições no atendimento de emergência. Porém tudo isso não terá êxito sem que você faça parte deste grupo chamado de heróis.

 
 
          Milhares de vítimas, quando entram no hospital onde necessitam de intervenção cirúrgica de urgência, perdem a vida por falta de sangue.
 

       Estou convocando VOCÊ HERÓI DE SANGUE, para fazer a tua parte.
        Durante o mês de julho de 02 a 31, compareça em um hemocentro mais próximo da sua casa e doe um pouco de heroísmo, garanto, vai fazer a diferença na vida de muitas pessoas.
   Para quem mora em São Bernardo do Campo, anote dois hemocentros:
    Rua Mediterrâneo, 470 - Jd do Mar -(atrás do hospital São Bernardo ) horários: 2ª a 6ª feira, 8h às 17h.
          Rua Pedro Jacobucci, 440 jd da Américas - (próximo ao estadio primeiro de maio )horários: 2ª a sábado, 8h às 13h.
Conto com você.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

VIVA HOJE, LUTE AMANHÃ.

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Realmente, os mortos não tem como pedir justiça, apenas os vivos que faziam parte da sua vida. Não era para ser toda a população que ainda não tem um parente ou amigo assassinado?Não era também para ser a maior passeata, tendo em vista que poderemos ser a próxima vitima?
 
Com camisas brancas e cartazes, amigos e parentes das recentes vítimas da violência em São Paulo abraçaram neste domingo (9) a Praça Comendador Manuel Mendes Pimenta, zona oeste paulistana. Foram lembrados os dentistas Alexandre Gaddy e Cinthya Magaly Moutinho . Eles morreram depois de queimados vivos em seus consultórios por assaltantes. O ato também lembrou a morte de Eduardo Paiva , morto em assalto na última segunda-feira (3). Ontem, em novo caso de violência em São Paulo, um analista financeiro foi queimado por assaltantes porque só tinha R$ 100 no bolso e está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital da capital paulista. Um dos organizadores do protesto, Décio Galiano Júnior, criticou a sensação de medo em São Paulo. “Eu saio para trabalhar de manhã e não sei se volto. A gente vai para um bar tomar um chope e não sabe se estará seguro dentro do restaurante jantando. É por isso que nós estamos aqui”, disse o representante comercial, que era amigo de infância de Gaddy. “Nós queremos ser escutados, que as pessoas vejam que o povo está se movimentando para conseguir alguma coisa que é obrigação dos políticos”, acrescentou. Amiga de Cinthya, a jornalista Mônica Formigoni também criticou a falta de medidas para garantir a segurança da população. “Nossos políticos estão lá, andando de carro blindado, com segurança particular. Eles não usam a mesma segurança que eles oferecem à população. Nós, que pagamos impostos, ficamos a mercê de bandidos”, protestou. Durante o ato, o administrador Roberto Sekya coletou assinaturas para um abaixo-assinado que pede o endurecimento do Código Penal. 
 
A iniciativa é do Movimento pelo Fim da Impunidade, que reúne parentes e amigos de vítimas de violência. “A Justiça não funciona no país, as leis são muito brandas, as penas são baixas e existe muito benefício de redução de pena”, disse. O grupo defende o aumento da pena mínima, de seis para dez anos de reclusão, e também da pena máxima, de 30 para 50 anos de encarceramento. “Antes que você seja a próxima vítima, a sociedade precisa reagir”, conclamou. A dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, teve o corpo queimado no dia 25 de abril, quando os criminosos que invadiram seu consultório descobriram que tinha apenas R$ 30 na contra bancária. No mês seguinte, no dia 27 de maio, em São José dos Campos, Alexandre Peçanha Gaddy¸ de 41 anos, foi queimado quando os criminosos que invadiram seu local de trabalho constataram que ele não tinha dinheiro. Funcionário do Colégio Sion, Eduardo Paiva foi morto na última segunda-feira (3) por criminosos que queriam os R$ 3 mil que ele havia acabado de sacar em uma agência bancária em Higienópolis, bairro nobre da região central da capital paulista.